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Juros compostos: por que começar cedo vale mais do que aportar muito

A conta que Einstein supostamente chamou de oitava maravilha do mundo, explicada com números simples.

Por Redação Finpédia · · 4 min de leitura

Nos juros compostos, o rendimento de cada mês passa a render também no mês seguinte. No começo a diferença é pequena. Com os anos, a curva empina.

A conta em números

Exemplo: R$ 300 por mês, a uma taxa hipotética de 10% ao ano. Em 10 anos você aporta R$ 36 mil e chega perto de R$ 61 mil. Em 30 anos, aporta R$ 108 mil e passa de R$ 620 mil. Em 30 anos, a maior parte do saldo final veio dos juros, não do seu bolso.

Teste outros valores na calculadora da página inicial.

O outro lado da moeda

A mesma lógica funciona contra você nas dívidas. O rotativo do cartão do cartão capitaliza juros sobre juros a taxas muito maiores que qualquer investimento. Por isso, antes de investir, vale quitar dívidas caras e olhar sempre o CET de qualquer empréstimo.

Tempo é o ingrediente que nenhum aporte grande consegue comprar depois.

E lembre da inflação: o que importa é a rentabilidade real, a que sobra depois de descontar a alta dos preços.

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