Reserva de emergência: quanto guardar e onde deixar o dinheiro
Antes de pensar em bolsa, cripto ou imóvel, existe um degrau que quase todo mundo pula. E ele é o mais importante.
A reserva de emergência é o colchão que impede um imprevisto de virar dívida. Carro quebrado, corte de renda, problema de saúde: com o dinheiro separado, você resolve sem cair no cheque especial ou no rotativo do cartão.
Quanto guardar
A regra mais usada é juntar de 6 a 12 meses do seu custo de vida. Quem tem renda variável, como autônomos, motoristas de aplicativo e donos de pequenos negócios, deve mirar no topo dessa faixa, porque o mês ruim pode chegar sem aviso.
Onde deixar
Três exigências: segurança, liquidez diária e rendimento perto do CDI. As opções mais comuns são o Tesouro Selic, CDBs de liquidez diária que pagam 100% do CDI ou mais, e contas remuneradas de bancos digitais cobertas pelo FGC.
Reserva de emergência não é investimento para dar lucro. É seguro contra o pior mês do ano.
Evite deixar a reserva em renda variável: na hora em que você precisar do dinheiro, as ações podem estar em queda.